UNDIME/MT

    03/12/2020

     


    No dia de hoje, 03.12.2020, às 15h de Cuiabá, pela parceria com a Ferraz Eventos & Treinamentos aconteceu a Live: Aula Aberta com UNDIME-MT- Ensino Híbrido na Prática com o palestrante Prof. Marcus Garcia, e a mediação foi realizada pelo presidente Eduardo Ferreira da Silva, Dirigente Municipal de Educação do município de Canarana. 

    Para rever acesse: https://www.youtube.com/watch?v=KijO3Ndybao


    Para contribuir com o processo de transição, que acontecerá em todas as secretarias municipais de educação do país, a Undime lança o documento voltado aos Dirigentes Municipais de Educação (DME) e equipes técnicas com orientações e recomendações para o final de gestão. O documento foi apresentado em live, realizada, nesta quinta-feira, 3 de dezembro. 


    A Undime, como entidade que reúne os dirigentes responsáveis pela gestão dos 5.568 municípios do país, solicita a manutenção do valor da complementação da União, informado na Portaria Interministerial nº 4, de dezembro de 2019. Em carta, enviada ao Ministro da Educação, Milton Ribeiro, sugere ainda que o repasse de tais recursos, pela União, seja feito por meio de complementação suplementar/ programa emergencial e extraordinário de apoio aos entes federados, a fim de minimizar os prejuízos financeiros e socioeconômicos. Saiba mais!


                                                                    

    Em carta enviada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, a Undime manifesta sua defesa ao texto do Parecer nº 15/ 2020 do Conselho Nacional de Educação (CNE) e solicita a homologação em sua íntegra.
    O texto trata das diretrizes nacionais para a implementação dos dispositivos da Lei nº 14.040, de 18 de agosto de 2020, que estabelece normas educacionais excepcionais a serem adotadas durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020Saiba mais



    17/11/2020

    O assunto foi debatido nesta terça-feira (17) na Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), com a participação do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM, Neurilan Fraga, e o presidente da seccional da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime), Eduardo Ferreira. 



    05/11/2020

     



    A Undime vai realizar o 8º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação (FNEx), no período de 7 a 11 de dezembro de 2020. A convocação foi oficialmente divulgada por meio do edital publicado no Diário Oficial da União (DOU), nesta quinta-feira, 5 de novembro. Acesse aqui a publicação.

    O evento será realizado de maneira virtual, por meio de videoconferências e vai ter como tema os "Desafios para garantir o direito à educação em tempos de e pós pandemia".

    Em breve serão divulgados mais detalhes sobre o evento bem como o site oficial com todas as informações.

    Fonte: Undime

     


    Na terceira reportagem desta série, acompanhamos três estados que optaram por formatos mais curtos


    As formações regionais de professores do Programa Escrevendo o Futuro têm apresentado uma diversidade de caminhos e possibilidades, mesmo no formato a distância. Na terceira reportagem da série sobre esses cursos, acompanhamos três estados que estão desenvolvendo projetos mais curtos: Amazonas, Paraná e Mato Grosso. Os motivos que levaram à escolha desse modelo de formação são diversos: a busca por ampliar o número de participantes, dificuldades regionais com reposição de aulas ou mudanças no ensino trazidas pela pandemia. Ainda assim, chama a atenção as soluções criativas encontradas para responder melhor às necessidades de cada região.

    Mato Grosso: mais que multiplicadores, incentivadores

    No Mato Grosso, a opção por um cenário formativo mais curto aconteceu antes mesmo do início da pandemia e se deu em decorrência das reposições de uma longa greve ocorrida no estado em 2019. Atualmente, as aulas acontecem de forma remota, mas a maioria dos alunos retira materiais impressos na escola para estudar, já que o acesso à internet ainda é pequeno. Leia mais...

    Entidades executoras agora podem efetuar pagamentos dos gêneros alimentícios com mais agilidade e controle

    Com o objetivo de aprimorar a gestão do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em parceria com o Banco do Brasil, agora oferece o Cartão Pnae na função débito para as entidades executoras de todo o país. Assim, prefeituras municipais e secretarias estaduais de educação que utilizam o cartão contam com a vantagem de um processo mais ágil e transparente para a utilização dos recursos federais na aquisição de gêneros alimentícios do Pnae.

    A Conta Cartão Pnae é uma conta corrente que possibilita à Entidade Executora realizar pagamentos aos fornecedores da alimentação escolar por meio de um cartão magnético. Segundo a coordenadora-geral interina do Pnae, Luciana Gottschall, a mudança do Cartão Pnae para a função débito trará muito mais facilidade e controle para as entidades executoras. “Com essa mudança do cartão para débito, os fornecedores dos gêneros alimentícios irão receber os pagamentos em até 24 horas após a compra, diferente de quando ocorria com o cartão na funcionalidade de crédito, que demorava até 30 dias para ser finalizado o pagamento. Isso traz mais praticidade para a aquisição de gêneros alimentícios do Pnae”, afirmou a coordenadora.

    Desde setembro, as prefeituras municipais e secretarias estaduais de educação que aderem à Conta Cartão Pnae já recebem o cartão na função de débito. O FNDE e o Banco do Brasil estão elaborando um plano de ação para as entidades executoras que já utilizavam o Cartão Pnae poderem realizar a substituição da funcionalidade de crédito para débito.

    Mais informações sobre o Cartão Pnae e sobre como realizar adesão à Conta Cartão Pnae podem ser encontradas em https://www.fnde.gov.br/index.php/programas/pnae/pnae-area-gestores/cartao-pnae-area-gestor








    A RNPI e a ANDI apresentaram, durante o webinário no dia 22 de outubro, a nova versão do Plano Nacional pela Primeira Infância (PNPI) — documento histórico lançado em 2010 e que representou um marco na defesa e promoção dos direitos das crianças de 0 a 6 anos no país.

    O evento contou com a participação de Miriam Izabel-Pragita, coordenadora da Secretaria Executiva da RNPI e diretora da ANDI; e do professor Vital Didonet, responsável pela coordenação da revisão e atualização do documento.

    Além deles, o webinário reuniu autoridades dos três poderes — Legislativo, Executivo e Judiciário — os quais colaboraram no processo de revisão do PNPI. A deputada Leandre dal Ponte, Presidente da Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância no Congresso Nacional; Luciana Siqueira, Secretária Nacional de Atenção à Primeira Infância do Ministério da Cidadania; e Marcus Lívio, Secretário Especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Além deles, participaram também o Instituto Alana, com a diretora executiva Isabella Henriques (representando a sociedade civil); e Iolete Ribieiro da Silva, presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).




    A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi homologada em dezembro de 2017. De lá pra cá, houve muitos avanços: estados criaram seus documentos curriculares, municípios adotaram essas propostas ou revisaram seus currículos, adaptaram seus Projetos Políticos Pedagógicos (PPP), incorporaram o tema na formação continuada dos educadores, em avaliações e materiais didáticos (saiba mais sobre a BNCC na área de Gestão Pedagógica do Conviva).

    Maridalva Bertacini, coordenadora estadual da Undime São Paulo na construção da BNCC e na elaboração do currículo paulista, explica: “A Base é uma normativa, e por isso precisa ser o centro de todo o processo pedagógico. Contudo, ela deve ser contextualizada localmente para a criação dos currículos. Depois disso, é o currículo a referência para os projetos político-pedagógicos das escolas, planos de aula dos professores, avaliações, materiais didáticos e planejamento da formação docente”.

    A equipe da secretaria de educação, os gestores escolares e os educadores que estão atuando neste momento conhecem a trajetória da rede nos últimos anos em relação à BNCC. Por isso, segundo Marli Regina Fernandes da Silva (Dirigente Municipal de Educação de Apucarana, no Paraná, e presidente da Undime Paraná), é preciso que esse processo seja valorizado e registrado antes do mandato da prefeitura atual terminar. Ela sugere, por exemplo, que o percurso e os esforços sejam registrados nos Projetos Políticos Pedagógicos de cada escola, mostrando a participação e o envolvimento das equipes, o que mudou e o porquê. Assim, mesmo que depois das eleições as equipes das secretarias e das escolas mudem, existe um histórico documentado.

    28/10/2020

     

    Símbolo de aplausos

    Hoje é o dia de comemorar quem sempre está a postos pra ajudar, seja na esfera municipal, estadual ou federal.
    Parabéns a todos os servidores públicos pelo seu dia!

    Equipe Undime/MT

    26/10/2020


    Preocupados com o contexto estabelecido em função da pandemia do novo coronavírus, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), no intuito de apoiar a comunidade escolar, produziram em parceria uma carta conjunta em que reforçam orientações e colocam à disposição materiais informativos que servirão de referência para o planejamento da reabertura segura das escolas.

    A proposta é que, com a integração de ações das áreas de educação, saneamento e saúde, se possa planejar um retorno com adequação dos ambientes e a adoção de rotinas seguras para garantir direitos essenciais de estudantes, professores e funcionários.

    Esses materiais podem ser encontrados em https://www.unicef.org/brazil/reabertura-segura-das-escolas

    Além disso, dentre os materiais organizados para contribuir com os municípios, foi criado um Painel de Autoavaliação das escolas, com questões e respostas simples, que oferecem um diagnóstico da situação de saneamento e higiene de unidades escolares, além de orientações sobre os procedimentos e ações necessárias para cada situação. Conheça, informe-se e compartilhe: https://escolas.buscaativaescolar.org.br/quest

    "O desafio é grande e por isso devemos enfrentá-lo juntos(as). Conheça o Painel de Autoavaliação e explore os materiais de apoio, informativos e propostas de campanha", diz um trecho da carta assinada pelo chefe da área de Educação do UNICEF Brasil, Ítalo Dutra; e o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia.


    Fonte: Undime

    21/10/2020

    Será abordado um conjunto de aplicações já utilizadas por algumas escolas em linguagem digital, games de aprendizagens na web, narrativas e missões como forma de transformar as aulas convencionais numa arquitetura de games




    A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) promove, nesta quarta-feira (21.10) mais uma live da série de webinars voltadas para a comunidade escolar da rede estadual de ensino.

    A temática será “Jogos e gamificação na educação” tendo a robótica como foco. Será abordado um conjunto de aplicações já utilizadas por algumas escolas em linguagem digital, games de aprendizagens na web, narrativas e missões como forma de transformar as aulas convencionais numa arquitetura de games.

    Trata-se de uma metáfora que tem ganho materialidade no contexto da educação básica - os games como encantamento e engajamento de professores e estudantes no processo de mediação e aprendizagem.

    A programação será transmitida, das 18h às19h, pelo canal do You tube do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapro) de Cuiabá. 

    A live terá por mediador o professor Edevamilton Oliveira, da Seduc e contará com os palestrantes professores Vicente Willian da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), Jeozadaque Marcos (EE. Joaquina Cerqueira Caldas), José Divino Divino (EE. José de Mesquita) e, participação especial dos estudantes Michele Chimenes (EE. José de Mesquita), Wallacy Matheus (EE. José de Mesquita) e Wellington Luiz Arruda Fernandes - egresso da Escola Estadual José de Mesquita.

    “Gamificação é transformar a aula em jogo, entretenimento e usar as técnicas de desenvolvimento de jogos para provocar engajamento em estudantes. Não deve ser apenas concluir objetivos dos jogos, mas sim, fazer com que os componentes curriculares se transformem em conhecimento. O não jogo precisa estar em cena, pois, o não jogo é o limite da eterna recompensa. O desejo de ganhar algo é um engajador muito mais potente do que o medo de perder”, destaca o superintendente de Políticas de Desenvolvimento Profissional da Seduc, Adriano Sabino.

    Sabino assinala que a webinar trata-se de um diálogo descontraído tendo professores como mediadores e estudantes como protagonistas.

    “O objetivo é que esses estudantes possam apresentar aos demais colegas da rede como, no período de pandemia, deram continuidade aos estudos com a utilização das tecnologias digitais de informação e comunicação”.

    A secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, salienta que a ideia de realizar a série de webconferências visa promover momentos de debate em torno de temas contemporâneos, que provoquem reflexões críticas sobre o cenário de transformação mundial, permitindo a reação de forma positiva diante do cenário de crise.

    16/10/2020

     


    Entre as ações desenvolvidas no âmbito do Programa está a necessidade das escolas participantes instalarem o Medidor Educação Conectada, software desenvolvido pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (Ceptro.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br), que permite às escolas verificarem parâmetros da conexão de banda larga.

    Segundo o Ministério da Educação (MEC), desde o lançamento em 2018, 24.108 escolas em todo o Brasil instalaram o medidor, o que representa cerca de 34% das escolas que já receberem recursos do Programa.

    O Medidor Educação Conectada (http://medidor.educacaoconectada.mec.gov.br) permite à escola, a qualquer momento, medir a qualidade da conexão, visualizando os resultados, assim como o histórico das medições anteriores. Os resultados apresentados são referências para o acompanhamento do desempenho da banda larga ao longo de um período. Com ele, é possível avaliar se as redes utilizadas nas escolas estão compatíveis com o Programa de Inovação Educação Conectada.

    As equipes das secretarias de educação podem monitorar as escolas que já instalaram o Medidor pelo acesso ao link http://medidor.educacaoconectada.mec.gov.br. As escolas que ainda não executaram essa atividade devem, de acordo com a pasta, ser orientadas no sentido de instalar sistema de monitoramento de velocidades da banda larga nas escolas que possuam conexão à internet e naquelas que venham a contratar a conexão no âmbito do Programa, a fim de permitir fiscalizar a qualidade do serviço.

    Além das orientações disponíveis na página do medidor, para qualificação de técnicos, a Secretaria de Educação Básica do Ministério disponibiliza, desde 2019, o curso "A importância de analisar a qualidade da internet", formação online de 60 horas, disponível no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AvaMEC).

    Sobre o Programa

    O Programa de Inovação Educação Conectada fomenta ações como auxiliar que o ambiente escolar esteja preparado para receber a conexão de internet, destinar aos professores a possibilidade de conhecerem novos conteúdos educacionais e proporcionar aos alunos o contato com as novas tecnologias educacionais.

    A implementação contempla três fases: (1) indução (2017 a 2018) para construção e implantação do Programa com metas estabelecidas para alcançar o atendimento de 44,6% dos alunos da educação básica; (2) expansão (2019 a 2021) com a ampliação da meta para 85% dos alunos da educação básica e início da avaliação dos resultados; e (3) sustentabilidade (2022 a 2024) com o alcance de 100% dos alunos da educação básica, transformando o Programa em Política Pública de Inovação e Educação Conectada.

    Cada seccional da Undime conta com pelo menos um coordenador estadual que atua na gestão local do Programa de Inovação Educação Conectada.

    Fonte: Undime com informações do MEC

    15/10/2020


    Documento traz orientações para garantir mais segurança a toda a comunidade escolar durante a pandemia

    Garantir mais segurança a toda a comunidade escolar no retorno às aulas presenciais nas redes públicas, sobretudo na hora das refeições escolares. Esse é o objetivo principal de uma publicação lançada na quarta-feira, 7, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com recomendações sobre a execução do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) neste contexto de pandemia da Covid-19.

    Elaborado pelo FNDE em conjunto com entidades parceiras e especialistas na área de saúde e alimentação, o documento apresenta uma série de protocolos com os cuidados necessários para minimizar o risco de transmissão do coronavírus. Traz orientações sobre transporte, recebimento e armazenamento dos alimentos. Fornece recomendações sobre higienização de produtos, embalagens, utensílios, equipamentos e superfícies de preparo das refeições. E dá dicas para o preparo de soluções saneantes.

    Outros pontos importantes para prevenção e contenção de riscos são: flexibilizar horários de refeições, com estudantes separados por turnos; diminuir o número de alunos por mesa e separá-las adequadamente; oferecer os talheres diretamente aos estudantes, evitando deixá-los disponíveis para pegarem por conta própria; e aumentar a ventilação natural dos ambientes.

    “Acima de tudo, é preciso conscientizar toda a comunidade escolar – estudantes, professores, merendeiras, pessoal da limpeza – sobre a importância de atitudes básicas de prevenção, como o uso correto das máscaras, a higienização frequente das mãos e a necessidade de se manter um distanciamento seguro entre as pessoas”, afirma o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Garigham Amarante.

    A coordenadora-geral substituta do PNAE, Luciana Gottschall, explica que o documento é dividido em dois eixos: Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e segurança dos alimentos. “Além de protocolos higiênico-sanitários dos alimentos, são apresentadas recomendações gerais para adaptação das ações de EAN, com alguns exemplos de estratégias pedagógicas e outros materiais de referência a serem consultados para realizar adaptações à situação de pandemia e distanciamento social”.

    Para elaborar o documento, o FNDE contou com a parceria do Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), Conselho Regional de Nutricionistas 1ª Região (CRN1) e de universidades públicas, além de nutricionistas que atuam no PNAE e docentes de ensino e pesquisa sobre alimentação escolar com expertise no tema.

    Disponível no portal eletrônico do FNDE, a publicação apresenta uma série de outras recomendações. Veja o documento completo aqui.

    Fonte/Foto: FNDE

    Guia traz recomendações pedagógicas e sanitárias para estados e municípios

    O Ministério da Educação (MEC) apresentou na quarta-feira (7), o Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais nas Escolas de Educação Básica. O documento foi produzido pelas secretarias de Alfabetização, de Educação Básica e de Modalidades Especializadas de Educação e oferece informações para que as redes estaduais e municipais possam se preparar para um retorno seguro. 

    O guia reúne normas técnicas de segurança em saúde e recomendações de ações sociais e pedagógicas a serem observadas pelos integrantes da comunidade escolar para um retorno seguro. A decisão de retorno às aulas presenciais, entretanto, deve ser tomada por estados e municípios de acordo com orientação das autoridades sanitárias locais. 

    Para elaborar o Guia, o MEC baseou-se nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), e do próprio Ministério da Saúde do Brasil (MS). Além disso, no Guia, também, foram considerados os documentos e as sugestões produzidas pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além dos cuidados relativos à educação alimentar e nutricional e à segurança dos alimentos, elaborados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

    PDDE Emergencial – Durante a apresentação a secretária de Educação Básica do MEC, Izabel Lima Pessoa, destacou a destinação de recursos, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), para apoiar o retorno seguro às aulas. “Entre as ações que o MEC está desenvolvendo para dar suporte ao retorno está o repasse de R$ 525 milhões para 117 mil escolas para adquirir os itens de biossegurança”, informou.





    Porque ser professor
    é aprender para ensinar;
    porque ser professor é ser dedicação,
    paciência e persistência;
    porque ser professor é ser mestre,
    é saber cativar e inspirar;
    porque ser professor é educar.

    A todos que dedicam sua vida
    a tão nobre e distinta profissão,
    um Feliz dia do Professor!

    A todos vocês que moldam as
    mentes do futuro, que educam,
    cuidam e acompanham os
    nossos filhos, o nosso agradecimento
    e esta sentida homenagem!

    autoria: mundodasmensagens

    São os desejos da Equipe Undime-MT

    14/10/2020


    Como instituição que congrega os dirigentes responsáveis pela gestão da educação pública nos 5.568 municípios, representando a oferta da educação a mais de 23 milhões de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) manifesta publicamente sua preocupação com a Política Nacional de Educação Especial (PNEE), lançada no último dia 30 de setembro, pelo Decreto 10.502.

    O texto do Decreto, que tem sua votação agendada para hoje (13) no Congresso Nacional, apresenta retrocessos às políticas de inclusão de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e ao disposto na Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A Convenção que, no Brasil, tem status de emenda constitucional, pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009, obriga o Estado a garantir nacionalmente um sistema de educação inclusivo em todos os níveis do ensino, sendo expressamente proibido excluir pessoas com deficiência do sistema educacional em razão da deficiência.

    A Constituição Federal de 1988 define, também, em seu artigo 205: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. No inciso I do art. 206 apresenta como um dos princípios do ensino a “igualdade de condições e permanência na escola”.

    Já a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/2014), versa sobre a universalização do acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, com a garantia de sistema educacional inclusivo, para a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

    Repassar às famílias o poder de escolha entre escola regular ou especial, está longe de ser a solução que o Brasil precisa para enfrentar a inclusão e garantir a equidade das condições de aprendizagem em relação aos estudantes com deficiência. Precisamos fortalecer o sistema educacional inclusivo, com investimento para formação e qualificação de professores, metodologias e estratégias para atender as singularidades dos estudantes, materiais pedagógicos adequados, estrutura de acessibilidade, transporte escolar adaptado, entre outras ações necessárias. Sendo que, caso a família decida pelo atendimento especializado, esse atendimento deve ser complementar à escola regular.

    Diante desse contexto, a Undime entende que essa nova Política fere os direitos constitucionais e humanos dos estudantes com deficiência, por não garantir o direito à educação com qualidade social de todos e todas, de maneira inclusiva e respeitando as diversidades e especificidades existentes na comunidade escolar. Assim, considera necessária a revogação do Decreto por inconstitucionalidade.

    Por fim, reiteramos nossa disposição para o debate político e para defender o direito de todos e todas à educação pública de qualidade e inclusiva.

    LUIZ MIGUEL MARTINS GARCIA
    Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP
    Presidente da Undime