UNDIME/MT

    06/12/2019


    O governo se prepara para publicar um decreto alterando a Política Nacional de Educação Especial. A informação foi dada pela diretora de Acessibilidade, Mobilidade, Inclusão e Apoio a Pessoas com Deficiência do Ministério da Educação (MEC), Nídia Regina Limeira de Sá, durante sua participação no debate organizado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nessa semana.

    A primeira versão do texto foi elaborada em 1994. Seus termos, porém, passaram por revisão, ao longo dos anos. A edição de 2008 pretendia torná-lo um instrumento de coibição de práticas discriminatórias contra pessoas com condições como deficiências intelectual, mental e física e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). A perspectiva, então, era de que todos os estudantes deveriam estar "juntos, aprendendo e participando". O texto determina que a escola não deve reproduzir "padrões homogeneizantes". leia mais...

    O Programa Ciência na Escola que, entre outras medidas, objetiva aprimorar o estudo de ciências nas escolas de educação básica, estimular o interesse dos alunos pelas disciplinas científicas, identificar jovens talentos, qualificar professores e democratizar o conhecimento e popularizar a ciência no país, foi instituído pelo governo federal, por meio de decreto assinado pelo presidente da República, publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (3).

    O programa estabelece ações como: a criação da Olimpíada Nacional de Ciências e a instalação do curso de especialização a distância, denominado Ciência é Dez!. Além disso, institui um Comitê Gestor, ao qual caberá deliberar sobre as estratégias de implantação e definir a política de monitoramento e avaliação do Ciência Na Escola.

    O Comitê Gestor será formado por um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que o coordenará; um do Ministério da Educação; um da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; um do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; e um representante da sociedade civil.

    De acordo com o decreto, o Comitê Gestor terá, entre outras funções, deliberar sobre as estratégias de implantação e sobre a política de monitoramento e avaliação do Programa; aprovar o regimento interno do comitê, no prazo de 60 dias, contado da data de sua instalação, e suas modificações; e recomendar a contratação de estudos e pesquisas.

    A primeira reunião ordinária do Comitê Gestor do Programa Ciência na Escola ocorrerá no prazo de 60 dias, a contar a partir de hoje, data de publicação do Decreto nº 10.151/2019.

    O programa foi lançado em abril deste ano pelos ministérios da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Serão disponibilizados R$ 100 milhões para instituições apresentarem projetos visando a estimular essa temática nos bancos escolares.

    Poderão concorrer a esses recursos redes de instituições que envolvam escolas, universidades, centros de ciência e espaços de desenvolvimento científico e inovação. As verbas serão distribuídas em diferentes escalas de projetos, como estadual (R$ 4 milhões), interestadual (R$ 10 milhões) e regional (R$ 20 milhões).

    Fonte: Agência Brasil/ Foto: Ciência na Escola

    O maior estudo sobre educação do mundo, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), apontou que o Brasil tem baixa proficiência em Leitura, Matemática e Ciências, se comparado com outros 78 países que participaram da avaliação. A edição 2018, divulgada mundialmente nesta terça-feira, 3 de dezembro, revela que 68,1% dos estudantes brasileiros, com 15 anos de idade, não possuem nível básico de Matemática, considerado como o mínimo para o exercício pleno da cidadania. Em Ciências, o número chega 55% e em Leitura, 50%. Os índices estão estagnados desde 2009.

    Veja apresentação preparada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O trabalho foi demonstrado a jornalistas em coletiva de imprensa na sede do MEC, em Brasília, nesta terça-feira. Participaram o ministro Abraham Weintraub, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, e o presidente do Inep, Alexandre Lopes.

    Segundo Weintraub, é necessário haver maior qualidade no direcionamento dos recursos. "O Brasil, a despeito dos investimentos que foram feitos, fica atrás [dos outros países sul-americanos]", disse. "Estamos estagnados desde 2009. Estamos com o mesmo desempenho estatisticamente desde 2009, a despeito dos recursos investidos", continuou.

    Quando comparado com os países da América do Sul analisados pelo Pisa, o Brasil é pior país em Matemática empatado estatisticamente com a Argentina, com 384 e 379 pontos, respectivamente. Uruguai (418), Chile (417), Peru (400) e Colômbia (391) estão na frente. leia mais...

    Em reunião da Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade deliberou-se pelo aumento dos fatores de ponderação do Fundeb para Educação Infantil em 2020. O fator de ponderação da creche pública em tempo parcial passará dos atuais 1,15 para 1,20 e o fator da pré-escola em tempo parcial passará de 1,05 para 1,10.

    A decisão aconteceu após ampla discussão e acordo entre os membros da Comissão, que é composta por um integrante do Ministério da Educação (MEC), cinco representantes da Undime (um por região) e cinco do Consed (um por região), conforme consta na Portaria 2.006, de 19 de novembro de 2019. O encontro aconteceu nestas segunda (2) e terça-feira (3), na sede do MEC, na capital federal.

    Para a Undime, o aumento, ainda que simbólico, é muito significativo, pois sinaliza que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) encerra o ciclo sinalizando avanço de recursos para a etapa da Educação Infantil. "Qualquer sinalização a essa altura é fortalecer o que está sendo feito, até no que se refere ao cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação, especialmente à meta 1 que trata da universalização e ampliação da oferta nessa etapa", ponderou o presidente da Undime, Luiz Miguel Martins Garcia, Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci (SP). leia mais...

    27/11/2019



    A UNDIME MATO GROSSO ESTÁ NA MOBILIZAÇÃO PELO NOVO FUNDEB!
    A audiência pública será realizada no dia 13/12/2019 no prédio da AMM, Secretários Municipais de Educação.
     Contamos com sua presença!
    Quarta-feira (27), marca o Dia Nacional de Mobilização pelo Novo Fundeb
    A Undime se soma à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) na realização do Dia Nacional de Mobilização pelo Novo Fundeb, a ser realizado no dia 27 de novembro. Isso porque o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) tem vigência assegurada até 31 de dezembro de 2020. Após essa data, o Fundo será extinto, podendo comprometer o financiamento da educação pública em todo país.
    Neste sentido, a ideia é de que no dia 27 de novembro estados e municípios se mobilizem e se articulem para promover debates, audiências públicas, seminários e rodas de conversa com o objetivo de explicar à comunidade educacional e à população, de maneira geral, sobre a importância da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 15/2015 que torna o Fundeb permanente e com um aporte maior de recursos da União.
    As seccionais da Undime estão promovendo discussões sobre o novo Fundeb e têm participado ativamente de audiências e discussões que envolvem o tema. Nas mídias sociais (Facebook e Instagram) é possível acompanhar as atividades.

    26/11/2019



    Com o intuito de subsidiar a elaboração de um diagnóstico nacional sobre a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da Educação Infantil e Ensino Fundamental nas redes municipais, a Undime, em parceria com o Ministério da Educação, desenvolveu um questionário para entender como está este processo em todo o País.

    Com a homologação da BNCC para Educação Infantil e Ensino Fundamental em 2017, sua implementação deve chegar em todas as salas de aula até 2020. Para isso, é fundamental que as redes de ensino (re)elaborem seus currículos, promovendo a formação de seus educadores e a revisão dos projetos pedagógicos das escolas.

    Assim, o objetivo da pesquisa é compreender, do ponto de vista das redes municipais, como está acontecendo as diversas etapas desse processo de implementação pelas redes e o alcance do PRoBNCC, programa federal que apoia as redes para que elas constituam, em regime de colaboração, uma equipe qualificada e dedicada que implementem o novo currículo nas escolas de todo o seu território.

    O preenchimento do questionário é rápido e leva apenas 5 minutos. A orientação é que este instrumental seja respondido pelo Dirigente Municipal de Educação ou pela pessoa responsável pela implementação da Base no município, impreterivelmente, até o dia 2 de dezembro.

    Para responder o questionário, clique aqui.

    Dúvidas e/ou informações: apoiobncc@mec.gov.br

    Fonte: Undime

    Nesta terça-feira (26), representantes da Undime, Consed, Ministério da Educação, Instituto Ayton Senna e Unicef estão reunidos para debater novas estratégias referentes a correção de fluxo escolar com foco no Ensino Fundamental. O encontro acontece na sede da Undime, em Brasília.

    A Undime está representada pelos presidentes regionais: Raimundo Nonato Vilarins, DME de Caracaraí/ RR, pelo Norte; Williams Brandão, DME de Elísio Medrado/ BA, pelo Nordeste; Silvio Aparecido Fidelis, DME de Várzea Grande/ MT, pelo Centro-Oeste; Vilmar Lugão de Britto, DME de Jeronimo Monteiro/ ES, pelo Sudeste; e Patrícia Lueders, DME de Blumenau/ SC, pelo Sul. O objetivo principal é pensar essas estratégias na perspectiva de cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação.

    Como essa é a 2ª reunião para tratar desse assunto, foi criado o Grupo de Trabalho de Correção de Fluxo Escolar.


    No fim da tarde desta segunda-feira (25), o presidente da Undime Região Centro-Oeste, Silvio Aparecido Fidelis, Dirigente Municipal de Educação de Várzea Grande/ MT; a presidente da Região Sul, Patrícia Lueders, Dirigente Municipal de Educação de Blumenau/ SC; e a assessora institucional da Undime, Maria Edineide de Almeida Batista, estiverem no Ministério da Educação para participar de reunião do GT Educação Infantil do MEC.

    Junto a representantes do Ministério e do FNDE, o encontro tratou do programa Família na Escola e o fortalecimento desse vínculo (família-escola); a promoção da literácia familiar; e a intenção de restruturação do EI Manutenção. Nesse sentido, a pesquisa que a Undime está desenvolvendo sobre obras financiadas pelo FNDE poderá contribuir de forma positiva para essa discussão.

    A Undime está reunida, na manhã desta segunda-feira (25), na sede do Sebrae, em Brasília. Na pauta do encontro está a educação empreendedora. A ideia é trabalhar o tema alinhado à Base Nacional Comum Curricular. Participam os integrantes da diretoria executiva nacional e os presidente estaduais da Undime.

    19/11/2019

    Nenhuma descrição de foto disponível.




    A Semana Global de Empreendedorismo foi criada em 2007 pelo ex-primeiro ministro britânico Gordon Brown e pelo presidente da Kauffman Foundation na época, Carl Schramm com o objetivo de fortalecer e disseminar a cultura empreendedora, conectando, capacitando e inspirando as pessoas a empreender.  Em 2019 a semana acontecerá entre os dias 18 a 24 de Novembro. Inscreva sua atividade ou acesse nossa agenda de atividades para participar.

    14/11/2019


    Na manhã desta quinta-feira (14), a Undime esteve na sede do Ministério da Educação, em Brasília, para participar de reunião na Secretaria de Educação Básica. O objetivo foi do encontro pensar na organização de uma agenda conjunta para discussão de ações na Educação Infantil.

    Participaram Luiz Miguel Martins Garcia, presidente da Undime e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci/SP; Silvio Fidelis, presidente da Undime Região Centro-Oeste e Dirigente de Educação de Várzea Grande/ MT; Renata Dias, analista de informação da Undime; Jânio Macedo, secretário de Educação Básica do MEC; Izabel Lima, diretoria de Educação Infantil e Raquel Tavares, coordenadora de Educação Infantil do MEC; e Mariana Luz e Heloisa Oliveira, da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.

    Foi aprovada hoje (7) no Conselho Nacional de Educação a resolução que define as novas Diretrizes Curriculares para Formação Inicial de Professores da Educação Básica e Institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação).

    A Undime acompanhou e participou ativamente deste processo enviando contribuições para aprimoramento da resolução. Na visão do prof. Alessio Costa Lima, presidente da Undime Região Nordeste e também conselheiro da Câmara da Educação Básica do CNE, a nova resolução assegura a carga horária mínima de 3.200 horas, em 8 semestres ou 4 anos, para os cursos de licenciatura.

    Um dos pontos de avanço neste aspecto foi o detalhamento da organização dessa carga horária em três grupos:
    Grupo I, com 800 horas, no primeiro ano, destinado a base comum dos conhecimentos científicos, educacionais e pedagógicos que fundamentam a educação;
    Grupo II, com 1.600 horas de aprendizagens dos conteúdos específicos das áreas e componentes curriculares; e
    Grupo III, com 800 horas, de prática pedagógica, sendo 400 horas de estágio em escolas e 400 horas em práticas nos componentes curriculares. leia mais...

    Para tornar os estudantes protagonistas de sua jornada escolar, o Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quarta-feira, 6 de novembro, o programa Educação em Prática. Instituições de ensino superior parceiras vão abrir as portas das faculdades para que alunos do ensino básico ampliem seus conhecimentos com foco em suas habilidades e aptidões. Os estudantes do ensino médio e do 6º ao 9º ano do ensino fundamental terão a oportunidade de colocar o aprendizado da sala de aula em prática. 

    A iniciativa vai proporcionar ainda um maior conhecimento para que os estudantes decidam o que querem cursar após a conclusão do ensino médio. O intuito é que as universidades disponibilizem conteúdos, professores e espaços físicos, como laboratórios de ciências, física, robótica, sala de computadores, música e quadras de esporte, por exemplo. Com o programa, o estudante da educação básica vai completar a carga horária do currículo escolar e ter acesso a novas oportunidades em atividades ao aproximar o aprendizado do ensino superior. leia mais...

    A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta terça-feira (5) um projeto que amplia a lista de objetivos dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). De acordo com o PL 2.342/2019, eles devem oferecer aos professores da rede pública de ensino capacitação técnica em letramento em programação computacional.

    O relator foi o senador Confúcio Moura (MDB-RO). Ele argumenta que o letramento em programação surgiu no âmbito do Instituto Ayrton Senna. A matéria apresenta conceitos, práticas e perspectivas de pensamento computacional para crianças e jovens, usando atividades e ferramentas adequadas para cada faixa etária. Por meio da formação de educadores, proporciona uma introdução à Ciência da Computação, como uma espécie de alfabetização em linguagem computacional voltada aos alunos das redes públicas.

    — Os Institutos Federais são centros de excelência nas áreas científica e tecnológica, atuam desde o ensino técnico de nível médio até a pós-graduação. Considerando esta atuação, é apropriado incluir entre suas finalidades o desenvolvimento de ações de letramento em programação computacional, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica para os professores — disse Confúcio quando da apresentação do relatório.

    Atualizados em Computação

    O senador também elogiou a autora do projeto, senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE). Destacou a importância de o Estado “proporcionar ao cidadão formas de se manter em contato com as inovações tecnológicas, disseminando este conhecimento aos jovens da educação básica”. O projeto pode seguir para a Câmara, a menos que haja um recurso para que seja analisado antes pelo Plenário do Senado.

    Fonte: Agência Senado/ Foto: Edilson Rodrigues, Agência Senado

    Representantes acadêmicos e da sociedade civil que buscam informações sobre a educação básica no Brasil podem contar com mais um recurso de pesquisa. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está lançando o Catálogo de Escolas da Educação Básica, com informações de endereçamento, localização e oferta educacional das escolas brasileiras que participaram da última edição do Censo Escolar, coletado em 2018. A consulta ao catálogo pode ser feita a partir de recortes de interesse do usuário ou diretamente para uma escola.

    Por meio de opções disponíveis na plataforma, as pessoas podem consolidar dados por estado, município, por etapas de ensino ofertadas e porte da escola; saber se o estabelecimento é estadual, municipal, federal ou privado, além de outros conjuntos de informações. Os resultados da pesquisa podem ser destacados do catálogo e exportados.

    O diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Moreno, destaca a importância do produto. “O catálogo é mais um instrumento disponibilizado à sociedade, que fortalece a transparência das pesquisas estatísticas realizadas e provê um serviço relevante para a sociedade.” O gestor explica que o serviço “disponibiliza informações de interesse dos usuários a respeito dos estabelecimentos de educação formal, que pode ser consultado, em formato eletrônico, no portal do Inep, e favorece a integração com outros sistemas de informação já disponibilizados pelo instituto”.

    Estão listadas na plataforma em torno de 226 mil escolas, com um público de mais de 50 milhões de pessoas, considerando alunos e profissionais da educação. Entre os recortes oferecidos pelo catálogo, está ainda a condição do estabelecimento, se em funcionamento ou paralisado na data de referência da pesquisa. Como a plataforma é atualizada com as informações da última edição disponível do Censo Escolar, os dados apresentados no catálogo são sempre da última quarta-feira do mês de maio de cada ano. As informações atuais do portal são referentes a 2018.

    Público – O objetivo do catálogo é suprir as necessidades de informação de pesquisadores, gestores educacionais das redes pública e privada, organizações da sociedade civil, imprensa, estudantes e seus familiares. A plataforma foi desenvolvida pela equipe da Diretoria de Estatísticas Educacionais do Inep, responsável por coletar e organizar as informações que são fornecidas ao Censo Escolar por cada instituição de ensino do país.


    Fonte: Inep




    Com a ampliação, programa vai beneficiar, ao todo, 11,6 milhões de estudantes de norte a sul do país

    O ministro da Educação, Abraham Weintraub (dir.), e o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, em coletiva de imprensa na sede do MEC (Foto: Luís Fortes/ MEC)

    Democratizar o acesso à internet de qualidade em escolas públicas nos quatro cantos do Brasil. É com esse intuito que o Ministério da Educação (MEC) amplia o programa Educação Conectada para mais 24,5 mil escolas públicas urbanas. Com investimento de R$ 82,6 milhões, o projeto vai alcançar 11,6 milhões de estudantes em 4.545 municípios e no Distrito Federal.

    O anúncio foi feito em coletiva de imprensa realizada na sede do MEC, em Brasília, nesta segunda-feira, 4 de novembro. Participaram o ministro Abraham Weintraub, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, e a diretora de Apoio às Redes de Educação Básica do MEC, Aline Dantas.

    A maioria das escolas públicas a receber a conexão é da rede municipal: são 13.634, com mais de 5,5 milhões de alunos. O restante é instituição da rede estadual de educação básica, com 10.828 escolas e 6,1 milhões de estudantes. leia mais...

    Desafio agora é a formação adequada dos professores

    A fase de reelaboração curricular da educação infantil e do ensino fundamental foi encerrada com a aprovação dos currículos dos estados do Amazonas e do Rio de Janeiro. Assim, o Brasil possui agora os 27 referenciais curriculares estaduais alinhados à BNCC (Base Nacional Comum Curricular) —e isso é um marco por diversos motivos.

    Foi mais um passo de um processo iniciado em 2015, quando o documento nacional que define os direitos de aprendizagem e de desenvolvimento de todos os estudantes da educação básica —a BNCC— começou a ser feito. Agora, esses direitos estão explicitados e contextualizados, também, nos referenciais curriculares estaduais. Dessa maneira, a partir do próximo ano a essência da BNCC passa a ser implementada em todas as escolas de educação infantil e ensino fundamental do país. leia mais...

    13/11/2019


    Nesta segunda-feira (11), a Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a UNDIME-MT e a equipe Pró-BNCC/DRC-MT, promoveu a 2ª Formação Continuada para Professores do Ensino Fundamental – Anos Iniciais e Finais.

    Durante o período matutino, o encontro aconteceu nas dependências da Faculdade Eduvale, com o tema “As Possibilidades da Tecnologia na Educação”, ministrado pelo professor Thalles Monteiro.

    “Com a finalidade de aproximar professor e aluno, foram apresentadas novas formas de organizar os ambientes escolares e tornar os estudantes mais ativos na dinâmica ensino-aprendizagem, e também apresentar novos equipamentos aos professores”, explicou a coordenadora do Ensino Fundamental, Leoneth Piotto. leia mais...